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 Iconografia da imagem de Aparecida é tema de mostra com participação de Euler Alves, em BH
Iconografia da imagem de Aparecida é tema de mostra com participação de Euler Alves, em BH
Ao completar 300 anos do encontro da imagem, exposição sobre esse ícone brasileiro reúne acervo de 200 obras de artistas plásticos vindos de diversas regiões do país
Reportagem de Ronaldo Araújo
Repórter
Publicada 10/10/2017

A imagem de Aparecida é um ícone onipresente na vida brasileira. Declarada rainha e padroeira do Brasil, a pequena imagem de Nossa Senhora da Conceição apareceu no rio Paraíba do Sul, há exatos 300 anos, achada por três pescadores. Por toda parte o tricentenário é festejado. Para celebrar essa forte existência, o Centro de Arte Popular – Cemig, integrante do Circuito Liberdade, inaugura a exposição Aparecida – 300 Anos. A mostra será inaugurada nesta terça-feira (10), com exposição em madeira de demolição e sucata em ferro o artista plástico, mineiro, residente na cidade de Capim Branco, Euler Alves. A entrada é franca.

A exposição Aparecida 300 Anos apresenta um acervo de 200 obras de artistas plásticos vindos de diversas regiões do país, como Minas Gerais, Goiás, Maranhão, Piauí, Rio de Janeiro e São Paulo, todas evocando a figura de Nossa Senhora Aparecida, seja através da pintura, escultura, gravura, desenho, cerâmica, bordado, dentre outras técnicas.

Entre as obras em exibição, destaque para rara pintura do falecido artista português Antônio Poteiro, que passou parte de sua vida no estado de Goiás. De Ouro Preto, peças de Fani Bracher e bordado de Maria de Lourdes Rosa. A cerâmica do Vale do Jequitinhonha é representada pelas artistas Mundinha, Maria Negreiro e Eva, além do grande ceramista Leandro Júnior. Do Maranhão chegam um Bumba-Boi da família Douglas Lopes, um jarro em cerâmica vitrificada do artista José Carlos Martins, e ainda um painel bordado das irmãs Lady Dayana Bandeira e Vanderluce Bandeira.

Em madeira de demolição e sucata em ferro o artista plástico, mineiro, residente na cidade de Capim Branco, Euler Alves apresenta seis esculturas de Nossa Senhora Aparecida que se destacam por sua releitura particular.

Somado a essa representação artística, há ainda um enorme conjunto de objetos de devoção, santos de gesso, oratórios, escapulários, terços, chaveiros, bottons, pratos, castiçais, caixinhas, vidros de água benta, enfim, infindáveis suvenires alusivos à santa padroeira do Brasil, difusores dessa iconografia comercializados pelo país em larga escala.

Diante de todas essas peças artísticas e devocionais, o espectador é convidado a refletir sobre a santinha negra que ao longo de três séculos constitui símbolo de fé e esperança para o brasileiro.

A mostra Aparecida 300 anos tem entrada gratuita e ficará em exposição no Centro de Arte Popular – Cemig, equipamento integrante do Circuito Liberdade, até o dia 7 de janeiro de 2018. A mostra tem apoio da Secretaria Extraordinária de Desenvolvimento Integrado e Fóruns Regionais.


SERVIÇO

Exposição: APARECIDA 300 ANOS
Abertura para convidados: 10 de outubro, às 19 horas
Período de visitação: 11 de outubro de 2017 a 7 de janeiro de 2018
Local: Centro de Arte Popular – Cemig
Endereço: Rua Gonçalves Dias, 1608 – Lourdes
Horário: 3ª, 4ª e 6ª - de 10 às 19h | 5ª - de 12h às 21h | Sábados e domingos – de 12h às 19h

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